Processo de Cremação


HISTÓRIA

A idéia de cremação não é nova. Os historiadores concordam que se iniciou na idade da pedra. Com o passar dos séculos, sua prática diminuiu e aumentou; foi condenada e louvada. E avançou de funerais rudes à modernos métodos científicos. Apesar de ser um processo antigo, hoje conta com tecnologia de ponta. Cremação é o processo de redução do corpo humano à seu elemento básico. O ato é regido pela Lei Federal N.º 6015, de 31 de dezembro de 1973.

 

PROCESSO DE CREMAÇÃO

A cremação é a incineração dos restos mortais, reduzindo a cinzas. Para iniciar o processo de cremação é feita a retirada das alças da urna mortuária, vidros e metais pesados que se queimados ou enterrados seriam prejudiciais ao meio ambiente. A cremação não emite poluentes e esteriliza os resíduos, eliminando as possibilidades de problemas sanitários, por isso é um processo limpo, moderno, econômico e ecologicamente correto. Após o término da cremação, os restos mortais viram cinzas que podem ser espalhadas ou colocadas em uma urna que pode ser guardada com a família ou depositada em um nicho no cemitério. Ou ainda fazer a vontade que seu ente querido tenha deixado em vida. Para quem é adepto e deseja ser cremado, pode garantir em vida sua vontade preenchendo uma declaração de última vontade do Crematório Perpétuo socorro. Caso a pessoa não a deixe ainda em vida, é necessária uma autorização da família.

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